Entre em contato conosco e saiba como adquirir jogos e atividades exclusivos e com a sua marca. Inovar, esse é o caminho para ter sucesso sempre.

vendas@mapforfun.com.br
map_for_fun@yahoo.com.br




terça-feira, 19 de abril de 2011

Metas para a educação

Hi, there, I'm back.

Estava lendo o site todos pela educação e me deparei com as 5 metas do governo. São elas: 

  1.  “Até 2022, 98% ou mais das crianças e jovens de 4 a 17 anos deverão estar matriculados e frequentando a escola”.
  2.  “Até 2010, 80% ou mais, e até 2022, 100% das crianças deverão apresentar as habilidades básicas de leitura e escrita até o final da 2ª série ou 3º ano do Ensino Fundamental”.
  3. “Até 2022, 70% ou mais dos alunos terão aprendido o que é essencial para a sua série”.
  4.  "Até 2022, 95% ou mais dos jovens brasileiros de 16 anos deverão ter completado o Ensino Fundamental e 90% ou mais dos jovens brasileiros de 19 anos deverão ter completado o Ensino Médio”
  5. “Até 2010, mantendo até 2022, o investimento público em Educação Básica deverá ser de 5% ou mais do PIB”.
 Bem, será que essas metas estão sendo alcançadas messssmo, ou elas estão somente nos papéis? Além disso, esses prazos não estão um pouco distantes, não? Educação tem que ser pra já, pra ontem, se for o caso. Hoje deveria ter 100% de crianças nas escolas. Afinal, educação, saúde, alimentação e lazer são direitos fundamentais constantes em nossa constituição. Em outras palavras, é OBRIGAÇÃO do Estado, e não um FAVOR. Pensemos nisto.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Icebreakers

Hi, there, segue link onde vocês poderão encontrar uma infinidade de cool icebreakers.

Have fun!
http://www.eslflow.com/icebreakersreal.html

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

A importância do Brincar

(...)Quando nos permitimos abrir nosso baú da infância (...), temos a oportunidade de compreender a importância que o ato de brincar tem na vida de uma criança. Se você dedicar alguns segundos do seu tempo para observar uma criança brincando, verá que ela transforma um cabo de vassoura em um cavalinho, uma tampa de panela em volante de carro, uma caixa de papelão em um lindo foguete, inventa personagens, cria histórias, transforma-se, ela brinca e vive intensamente tudo isso, com um brilho tão intenso no olhar que nada interfere nesse momento de descoberta e aprendizagem.
(...)
Muito se tem falado, discutido e pesquisado sobre o brincar, mas ainda não estão totalmente esgotadas as discussões e explicações sobre seu valor, pois ainda não foi interiorizado pelos educadores em suas propostas de trabalho como recurso pedagógico.

O uso do lúdico na educação prevê principalmente a utilização de metodologias agradáveis e adequadas às crianças, que façam com que o aprendizado aconteça dentro do seu mundo, das coisas que lhe são importantes e naturais de se fazer, que respeitam as características próprias das crianças, seus interesses e esquemas de raciocínio próprio (DOHME, apud Schultz, Muller e Domingues, 2006:4).

Como coloca Dohme, ao utilizarmos um jogo, uma brincadeira, como recurso pedagógico, permitimos que a criança participe da sua aprendizagem, transformando o momento de aprender em um exercício de descoberta, de pesquisa, de reflexão, de troca de experiências, de diálogos e de novas ideias sobre como o aprender pode e deve ser um momento agradável. Portanto, é preciso garantir que a criança, além de casa, comida, carinho, tenha também garantido o direito de brincar.
Um dos direitos descritos na Declaração Universal dos Direitos da Criança (aprovada na Assembleia Geral das Nações Unidas em 1959), no artigo 7º, ao lado do direito à educação, enfatiza o direito ao brincar. “Toda criança terá direito a brincar e a divertir-se, cabendo à sociedade e às autoridades públicas garantir a ela o exercício pleno desse direito.” Mas o que temos visto são crianças sentadas nas cadeiras enfileiradas, onde o corpo permanece imobilizado, sendo apenas objeto de manipulação dos educadores. A magia do brincar se restringe apenas à hora do recreio, pois ainda existe certa dificuldade do adulto em entender a importância do lúdico, como se as brincadeiras e os jogos devessem ocupar apenas o lado de fora da sala.

Segundo Vygotsky, o jogo nos acompanha como um recurso que constrói a zona de desenvolvimento proximal. Muitas vezes, as crianças conseguem fazer algo ou resolver um problema numa situação de jogo e não conseguem fazê-lo em situações da realidade ou aprendizagem formal (BARBOSA, 1999:69).

Sendo assim, fica claro que o jogo permite à criança buscar soluções além da sua maturidade para os problemas apresentados, e isso ela consegue por meio da imitação e das regras apresentadas nos jogos e brincadeiras, facilitando assim o desenvolvimento da aprendizagem.
Além, é claro, de trabalhar o desenvolvimento cognitivo, social, afetivo e a autoexpressão, isto é, o desenvolvimento psíquico e físico da criança. Pois a criança, ao ir para as instituições de ensino – formal e informal -, não deixa em casa o seu corpo. Às vezes, esquecemos que a criança não é apenas cérebro, mas também corpo, e que os dois precisam ser estimulados e respeitados.

Através do faz de conta as crianças podem também reviver situações que lhes causam excitação, alegria, medo, tristeza, raiva ou ansiedade. Elas podem, nesse jogo mágico, expressar e trabalhar as fortes emoções, muitas vezes difíceis de suportar. É a partir de suas ações nas brincadeiras que elas exploram as diferentes representações que têm dessas situações difíceis. Assim, podem melhor compreendê-las ou reorganizá-las (CRAIDY e KAERCHER, 2001:106).

Desse modo, quando a criança brinca, muitas coisas acontecem, pois ela mergulha no mundo mágico da infância, onde tem o poder de revelar suas visões de mundo, suas descobertas, seus encantamentos, sua alegria, além, é claro, de compartilhar ideias e sentimentos, pelo simples prazer e vontade de experimentar. Brincando, as crianças recriam o mundo, não para mudá-lo, mas simplesmente para compreendê-lo. Descobrem quais são seus limites, suas potencialidades, exercitando a autonomia e a identidade, pois terão que analisar as situações apresentadas nos jogos e nas brincadeiras e fazer as escolhas. Através do brincar a criança tem mais espaço para a vida afetiva e maior possibilidade de desenvolver sua capacidade de concentrar sua atenção, ao mesmo tempo em que nutre sua vida interior. A criança explora seus sentimentos, tenta compreender o desconhecido, por isso ela precisa brincar para se sentir segura.
Mas cabe ao educador explorar, orientar a construção do conhecimento, dando oportunidade à criança de expressar suas múltiplas linguagens. É preciso, porém, primeiramente acreditar e entender que o processo de ensino-aprendizagem é um processo de comunicação, e, sendo o brincar uma atividade que faz parte da vida do ser humano, devemos usar o lúdico como ferramenta para a transmissão dos conteúdos, interligando o aprender e o brincar como momentos de alegria, participação e cumplicidade entre o educador e a criança.

(...)
Catarina Rosália Silva (São Paulo – SP)

Fonte e texto completo: Fundação Educar DPaschoal 

Ludica Casa - Jogos e brinquedos Educativos e Inteligentes

sábado, 12 de fevereiro de 2011

+ Dinâmicas

1) Turismo na escola
Se a sua turma for de 1ª a 4ª série, divida os alunos em grupos. Esse é um bom momento para integrar os novatos. Deixe-os junto aos veteranos, que devem se comportar como verdadeiros guias e anfitriões. Em cada folha de papel, descreva um local da escola, coloque os textos em uma caixa e organize um sorteio. Cada grupo retira um papel e tenta adivinhar qual é o local descrito. Em seguida, desafie os grupos a encontrar os locais sorteados. Chegando ao destino, os alunos desenham o ambiente com o máximo de detalhes, escrevem o nome dos funcionários que trabalham lá e a sua função. De volta à classe, os grupos trocam observações e registros e expõem suas produções. Num segundo momento, peça a eles que produzam um mapa da escola (com a sua ajuda, é claro) numa folha de cartolina. Em cada local específico do mapa, os desenhos são fixados. Estimule os grupos, nos dias seguintes, a visitar as dependências que ainda não foram percorridas. Em turmas de 5ª a 8ª séries, a garotada pode
fotografar esses lugares e fazer entrevistas mais longas com os funcionários. Nesse caso, você não precisa fazer o mapa e pode pedir textos detalhados sobre os diversos "pontos turísticos" da escola.

2) Direitos e deveres
Já nos primeiros dias, estabelecer os famosos combinados pode evitar problemas e garantir um bom relacionamento ao longo do ano. Comece discutindo com a garotada o que espera do ano que se inicia e qual a melhor maneira de trabalhar em grupo para alcançar esses objetivos. Formule com todos (e escreva no quadro) a continuação das seguintes frases: "Temos direito a..." e "Somos todos responsáveis por...". Lembre-se de que a declaração de direitos e deveres deve ser inspirada nas normas gerais da escola - que os alunos precisam conhecer - e ser focada no que deve ser feito, e não no que é proibido. A etapa seguinte é descobrir o que as outras turmas da escola combinaram. A troca de informação, além de enriquecer os tratados feitos por eles, promove a integração com colegas de outras classes. Ao terminar, peça a cada um que copie os tratados e cole na agenda. Assim, o texto estará sempre à mão. Além disso, os estudantes podem produzir dois grandes cartazes em cartolina para pendurar na
parede da classe.

3) O que vamos aprender
Todo ano é a mesma coisa: o que esperar da série que se inicia? Uma situação desconhecida sempre dá um friozinho na barriga. Para baixar a ansiedade da meninada, registre no quadro algumas dúvidas e expectativas do grupo sobre o trabalho na nova classe e convide alguns estudantes da série seguinte para respondê-las. Deixe que falem livremente sobre as suas impressões e vivências como ex-aluno da série. Esse intercâmbio, logo no início, deixa a turma mais tranquila e segura e valoriza a cooperação e a interação entre diferentes classes.

4) O que penso ou sinto sobre...
Inspirado em conteúdos transversais a ser trabalhados ao longo do ano, escolha imagens extraídas de revistas ou jornais: animais em extinção, diferentes profissionais em ação, crianças numa fila de vacinação, mesa com alimentos saudáveis, indivíduos em situações precárias de vida, produtos tecnológicos modernos, mulher grávida, entre outras. Entregue uma para cada aluno e peça que escrevam o que sentem ou pensam sobre a imagem. Isso possibilitará conhecer o nível do texto com relação a coesão, coerência, adequação gramatical e ortográfica e vocabulário. Além disso, você vai conhecer gostos, sentimentos, histórias de vida e percepção de mundo dos adolescentes.

5) O que vou aplaudir?
Organize os alunos em duplas e selecione temas para ser discutidos. Por exemplo: Brasil, reciclagem de lixo, internet,  desemprego, Sol, música. Escreva a lista no quadro-negro e em pedaços de papel, que são colocados num saquinho. Cada dupla sorteia um, vai até a lousa e diz se aplaude ou não o tema sorteado. Peça que cada um justifique sua opinião. Um deve complementar a fala do outro expressando tudo o que sabem sobre o assunto. Com essa atividade, você poderá avaliar o conhecimento do grupo, seu nível de expressão e argumentação e descobrir quais são seus interesses. Essas informações serão valiosas para o seu planejamento. 


Fonte: http://aprenderesonhar.blogspot.com/2010/01/dinamicasvolta-as-aulas.html

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Dinâmicas para começar o ano bem

1) Como é meu colega
Diga à classe que todos vão ganhar um "retrato". Pregue na parede uma folha de papel Kraft da altura da criança. Posicione o aluno de modo que fique encostado na folha e, com um lápis, desenhe o contorno do corpo dele. Estimule a turma a dizer como é o cabelo, o rosto, se usa óculos etc. Durante a atividade, repita muitas vezes o nome do aluno, para que os colegas memorizem. Faça o "retrato" de todos. Por fim, peça a um colega que desenhe o seu contorno, repetindo o processo de observação, para que as crianças também se familiarizem com você. Pendure os desenhos na parede e elogie o grupo. Nos dias seguintes, logo na entrada, pergunte à classe quem é cada um dos colegas desenhados e se ele está presente. Se estiver, ganha uma salva de palmas. Deixe os papéis expostos por algum tempo. É importante para os pequeninos que suas produções permaneçam ali até eles se sentirem pertencentes ao grupo e ao ambiente.
Recomendado para: Educação Infantil

2) Os materiais que vamos usar:
Esconda na sala sacos ou embrulhos contendo materiais diversos que farão parte do cotidiano da meninada. Pode ser, por exemplo, livros, jogos, pincel, tesoura ou um pouco de argila. Peça às crianças que procurem, em duplas, pelos objetos. Isso já estimula a cooperação entre elas. Oriente a busca dizendo "quente", se o que procuram está perto, "morno", se está a uma distância média, ou "frio", quando estiver longe. Depois que todos os pacotes forem encontrados, pergunte que atividades podem ser feitas com os materiais e aproveite para explicar melhor a função de cada um. Mostre como e onde eles ficarão guardados, chamando a atenção para a importância de manter o ambiente de trabalho sempre bem organizado.
Recomendado para: Educação Infantil

3) Meu nome é...
Faça crachás com o nome das crianças e coloque no chão da sala, no meio de uma roda. Peça que cada uma identifique seu nome. Incentive o reconhecimento das letras iniciais, conte quantas letras compõem cada nome e faça com que elas percebam letras iguais em nomes diferentes. Quando todas já estiverem com crachá, comece um gostoso bate-papo sobre as preferências de cada um quanto a um tema predeterminado (como alimentos, brincadeiras, objetos ou lugares). Agrupe as crianças de acordo com as afinidades. Na etapa seguinte, peça aos alunos que desenhem aquilo de que gostam em uma folha e coloquem o nome. Quem não souber escrever sozinho pode copiar do crachá. Depois de prontos, os desenhos são mostrados aos colegas e, em seguida, expostos no mural. Com os alfabetizados, a dinâmica é a mesma, mas, além de desenhar, eles podem fazer uma lista de suas preferências.
Recomendado para: Educação Infantil

4) Eu sou assim
Peça aos alunos para trazerem uma caixa de sapatos, que será transformada em caixa postal. O primeiro passo é fazer um corte horizontal em uma das laterais menores da caixa, por onde vai passar um envelope. Em seguida, numere-as e determine quem será o dono de cada uma. Diga a todos que memorizem o próprio número. Depois de prontas, coloque as caixas sobre a sua mesa. Numa segunda etapa, organize um sorteio. Cada estudante vai retirar de um saquinho um número, que será o da caixa de um de seus colegas, para quem ele escreverá uma carta. A mensagem deve ser anônima. No texto, o aluno se descreve fisicamente e escreve um pouco sobre seu dia-a-dia e seus gostos. O importante é dar informações suficientes para o destinatário adivinhar quem ele é e, de quebra, conhecer um pouco mais sobre sua vida. Ninguém pode ver o colega depositar a carta na caixa. Caso contrário, acaba o mistério sobre o remetente.

5) Quem é meu professor?
Organize uma entrevista para que os alunos conheçam você melhor. Divida-os em grupos e solicite que elaborem questões como se fossem repórteres. Diga que as perguntas podem ser sobre sua idade, se tem filhos, quanto tempo tem de profissão ou onde mora, por exemplo. Prontas as questões, sente-se num local da sala onde todos possam vê-lo bem para respondê-las. Avise que todos deverão trazer, no dia seguinte, um breve texto sobre tudo o que lembrarem. Assim, eles prestam atenção. Na próxima aula, sorteie algumas crianças para ler a produção escrita e peça que as demais avaliem e complementem se necessário. Proponha essa atividade depois de promover a apresentação e o reconhecimento do espaço físico da escola (a seguir).

Fonte: http://aprenderesonhar.blogspot.com/2010/01/dinamicasvolta-as-aulas.html

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Volta às aulas– Integração dos Alunos

By Roseli Brito
O ano letivo já começou nas escolas particulares e está para iniciar nas escolas públicas. O fato é que o mês de Fevereiro é focado em dois grandes objetivos: Integração dos Alunos e Avaliação Diagnóstica. Neste artigo vamos nos ater ao primeiro objetivo: Integração dos Alunos.

As crianças e jovens, ficam muito apreensivos no retorno das aulas, pois há um sem número de situações que terão que enfrentar, é um misto de expectativas boas e ao mesmo tempo um medo do desconhecido, afinal são novos Professores, novos amigos, nova escola, como serão recebidos? Será que vão gostar ? Inquietações estas que o Professor deve estar atento na volta às aulas.

Por isso, nem pense em já ir entrando na sala de aula enchendo o quadro negro de tarefas, pedindo trabalhos, marcando provas, cobrando isso, cobrando aquilo, enfim, você já será vista como a “ chata da hora” .

Lembre-se, as crianças e jovens, precisam inicialmente de um certo espaço para se expressarem, interagirem, conhecerem o “ novo território”, conhecer você, os novos amigos, a nova escola. Afinal, eles ficaram praticamente quase dois meses de férias, fazendo um sem número de coisas e agora querem compartilhar, precisam disso. Então use esta necessidade de compartilhar ao seu favor, aproveitando para fazer com que todos possam se conhecer melhor e já criar laços de amizade.

Aqui vão algumas dicas simples, separadas por estágios:

- Educação Infantil:Crianças pequenas choram no primeiro dia de aula, porém o período de adaptação pode durar até uma semana. A mãe fica apreensiva e quer entrar junto, ou muitas vezes acaba levando a criança embora e no dia seguinte a criança chora para não ir para a escola e a mãe cede não levando. Isso faz com que a criança demore muito mais a se ambientar. Para evitar que esse período se alongue além do necessário, é preciso que a Professora e os funcionários de Apoio estejam devidamente orientados a entreter as crianças com muitos jogos e brincadeiras coletivas, afinal nenhuma criança resiste a hora de brincar.

Caso a mãe entre na sala de aula no primeiro dia, deixe-a instruída a incentivar a criança a brincar com os coleguinhas, jamais deixá-la todo o tempo no colo pois isso a impede de interagir mais livremente com os novos amigos e com os brinquedos, e a levar a criança para a escola TODOS os dias.

- Educação Fundamental
Tanto no Fundamental I quanto no Fundamental II as crianças e jovens esperam que os amigos venham chamá-la para brincar ou conversar. Os mais “ descolados” tomam a iniciativa até porque já conhecem quase todo mundo, porém aqueles alunos que vieram de outras escolas sentem-se deslocados, apreensivos e inseguros de abordar esse monte de “estranhos”.

Ao Professor cabe a tarefa de criar várias atividades, sempre coletivas, em forma de gincanas, desafios, jogos, brincadeiras, para quebrar o gelo do grupo.

Outro modo muito eficaz é selecionar dois alunos, para serem os guias desses novos alunos dentro do ambiente escolar, ficando assim incumbidos de mostrar onde é a cantina, os banheiros, o laboratório, enfim todas as dependências da escola, além de ajudar a enturmá-lo no grupo. Assim, cada dois alunos antigos ficam incumbidos de um aluno novo durante um dia, depois faz-se o revezamento passando esse aluno novo, para outra dupla de alunos antigos, até que os alunos novos tenham ficado com todos os alunos antigos.

- Ensino Médio
Já no Ensino Médio os alunos nesta fase precisam passar a mensagem de “força moral ”, e “ independência” para o grupo então aqui será preciso que o Professor use de sensibilidade e sutileza para integrar os alunos novos, pois há uma grande resistência em não permitir “gente estranha” no grupo.

Para quebrar esse “ iceberg” levante em um bate papo, ou crie uma atividade em forma de brincadeira, onde cada um tenha que falar das coisas que mais gostam de fazer, assim você terá muitas informações rapidamente para criar um projeto coletivo onde todos tenham que participar e apresentar antes da aula terminar. Exemplo: criar uma música, fazer uma imitação, criar um traje engraçado, fazer uma performance em grupo.

Fonte: http://www.sosprofessor.com.br/blog/?p=308

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Férias, e agora?

Hi, there, good morning. Para quem não sabe o que fazer com as crianças nas férias, seguem algumas dicas.


Piquenique
Que tal fazer um piquenique no parque ou então no quintal? Passeios ao ar livre são importantes para a garotada entrar em contato com a natureza, e brincar com outras crianças. Faça um lanche bem gostoso, colorido, e divertido. Se for ao parque, leve o lanche pronto (com direito a cesta de piquenique e toalha xadrez) e faça-o embaixo de alguma árvore.  Se for no quintal, que tal um bom banho de mangueira? Você pode também combinar com as outras mães para cada criança levar uma comida diferente. Opte por coisas saudáveis e refrescantes. (Não esqueça de aproveitar a oportunidade para ensinar recolher o lixo depois de lanchar!).

 
Sessão cinema
Cinema em casa é outra coisa que a criançada adora. Principalmente nos dias de chuva. Prepare uma sessão de cinema em casa. Deixe a sala mais escura, alugue Dvds divertidos e chame alguns amigos e primos. Complete a festa com muita pipoca e refrigerante. Com certeza a própria garotada dará ótimas opções de filmes, faça a escolha com eles.

Acampadentro
Acampamento dentro de casa. Arme uma barraca dentro do quarto das crianças, sala ou jardim. Dentro dela, a criançada pode colocar tapetes, almofadas, som... Dá para fazer um delicioso lanche para comerem dentro da barraca. Caso tenha um quintal, simule um acampamento, faça uma fogueira e conte histórias. O que vale mesmo é soltar a imaginação!

Festa do Colchão
Se não tem barraca, não importa...Transforme o quarto com vários colchões no chão. Deixe a brincadeira rolar solta, nessa noite em especial vale dormir bem tarde e enquanto o sono não vem cada um é chamado para contar histórias para os demais ou fazer mímicas. Vale também lembrar dos jogos de tabuleiro. Existe uma infinidade de jogos divertidos e instruitivo. há os clássicos como Imagem e ação, Banco imobiliário, Jogo da Vida. Há também novidades*: Mate Mágica, Jogo Eco, Jogo Reforma Ortográfica, Entre Sílabas e Palavras.

Mestre Cuca
Leve as crianças para cozinhar. Com a supervisão de um adulto, escolha o cardápio. Faça pratos fáceis... (Como brigadeiros, macarrão, saladas). Com certeza eles vão curtir a brincadeira. E aproveite para ensinar a limpar tudo depois de terminar de fazer a refeição.

Pintando o Sete
Escolha uma parede da casa ou do quintal para a criançada soltar a imaginação. Com tinta, pincel, giz de cera, deixe as crianças pintarem a vontade. Se não tiver parede, compre uma bobina de papel e deixe as crianças aproveitarem. Não esqueça de estabelecer que a “arte” foi liberada somente no local escolhido.

Gincana
Aproveite as férias para ensinar à criançada um pouco das brincadeiras de antigamente. Pula corda, bambolê, amarelinha, pique, garrafão, chiqotinho queimado, passa anel... Faça como se fosse uma gincana. Chame os amigos e os primos, distribua-os em grupo e, no final,  dê um prêmio para os ganhadores, mas não se esqueça de também presentear os "perdedores".



*Jogos disponíveis em www.mapforfun.com.br